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 “Martina Viegas. Tá, e quem é essa aí?” – Well…  Em primeiro lugar, detesto quando escrevem de si na terceira pessoa. Eu sou eu, eu mesma e eu. Então, vou na simplicidade e vou feliz. 🙂

Eu sou designer de estampas e trabalho desenvolvendo padronagens corridas (minha paixão <3) para tecidos, couros e sintéticos.  Adoro moda, acho que sempre adorei. Mas confesso: eu era preconceituosa e pensava ‘iiiiiiihhhh… esse povinho da moda que se acha!’ hahaha. Bem, achados ou não, estou eu aqui me encontrando neste mesmo mundo cheio de tendências, cores, padrões, ritmos. E estou amando. Sou designer gráfico e estou enlouquecida em tempos de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso, ou Trampo Chato pra Cacete… como preferirem!), adoro acordar cedo e adoro dormir bem – e olha que isso é raro… e dormir 8h por dia é luxo! Sad but true. Já estou com saudade da faculdade e já estou procurando uma pós-graduação ou mestrado na área. Não acredito em horóscopo, não acredito que exista algo ou alguém que se meta na minha vida lá do além – até porque eu não me julgo assim tããão importante – gosto de pizza de 4 ou 6 queijos, adoro a sopa de abóbora da sogrinha, prefiro os sucos de acerola e de laranja, e refrigerante é Coca-Cola. Sou geek, adoro tecnologia e séries/filmes de ficção científica. Estudo inglês e sei que ele ainda é beeeem ruim. Mas em breve vou remediar isso, viajando para Londres ou algum lugar supimpa lá nos EUA. Arte é aquilo que eu vejo, acho bonito e consigo distinguir. Acho que a nudez precisa ter contexto e acho nojenta a pornografia sem sentido, que existe só para vender filmes e fazer alguma atriz pagar peitinho. Gosto de conversar e aconselhar, mas detesto que se metam na minha vida. Mesmo. Gosto de criar soluções usando meus conhecimentos enquanto designer. Cada projeto é único e merece atenção e carinho, muita pesquisa e método, muito conhecimento aplicado. Minhas cores favoritas são o azul cobalto, o preto, o laranja e o lilás. Acredito que a gente deva combinar com a roupa e que a vestimenta não deve ter só a função de embalar o corpo: ela deve passar uma mensagem, indicar um pouco do que somos. Sou romântica sem ser brega, sou saltitante e sorridente. Gosto de ler e tô sempre com meu Moleskine e máquina fotográfica na bolsa. Tenho um namorado lindo e que me faz imensamente feliz. Tenho as bochechas rosadas, cabelo comprido, mechas na ponta do cabelo e um abraço aconchegante para todo amigo que quiser ou precisar dele. Oi! Esta sou eu. Prazer em conhecer. 🙂

 

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Tá, mas por que “A antepenúltima das moicanas”?  Well… no livro O  Último dos Moicanos, de James Fenimore Cooper, conforme o próprio título sugere, não existe um final feliz. Sempre adorei romances. Este é um dos livros que li ainda no colégio, na disciplina de português (vocês também tinham hora da leitura? Eu tinha e precisava apresentar a resenha crítica!). Sempre achei bonita esta história, mesmo triste.

Aliás, sempre gostei muito de ler, ver, comentar, discutir, analisar e criar.  Hoje, trabalho como designer de estampas e me arrisco a esboçar modelitos que começam em meu moleskine amigo e terminam dentro de meu armário… a paixão só cresce! E trabalhando com pesquisa de moda, um dos mantras que ‘rezamos’ é o de estar sempre a frente, não deixando de analisar cada desfile e cada tendência. Por isso, decidi fazer um blog só para comentar moda, comportamento e estilo. Até para deixar o meu querido http://martinaviegasdesign.wordpress.com só para os meus desabafos e viagens e o meu amado e em construção http://martinaviegas.com/blog para meu portfolio, deixando tudo direitinho e cada coisa em seu lugar.

Pensei: e se  um antepenúltimo moicano pudesse prever o futuro e impedir que a história tivesse um final tão triste?

E  se nós, estudantes e profissionais de design, moda, pesquisa e comportamento pudermos estar sempre a frente, encontrando sinais comportamentais ainda em suas fontes de nascimento, em tempo suficiente para identificarmos as tendências e as decodificarmos em produtos capazes de incitar ao desejo de consumo? Estamos sempre antevendo os passos que serão dados  nas passarelas de amanhã e nas ruas de amanhã. Não podemos ser os últimos… e sendo os penúltimos, já chegamos atrasados.

Então pensei em um blog assim, capaz de promover o debate, a conversa, a troca de ideias.

Para todas as tribos. Dos guaranis aos apaches, passando pela antepenúltima das moicanas.

Sejam sempre super bem-vindos!

Um beijo,

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