Arquivo da categoria: Pensando cá com meus botões

Hey! Voltei :)

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Devido a toda correria de fim de ano + trabalho + faculdade + TCC, andei entrando pouco aqui no blog e acabei escrevendo menos ainda. Sorry! Mas estando agora mais tranqüila, pois já apresentei o TCC e tudo o mais (tirei 10! Yeeeey! Em outro post eu mostro os resultados têxteis de minhas estampas Escher inspired!), vou voltar a escrever e a postar coisinhas bacanas por aqui.

Eu sempre gostei demais de ler e de escrever. Acho que a comunicação pode e deve ir além de uma boa escrita: é preciso sentimento, é preciso fazer pensar. Nunca fui muito de me policiar quanto a errinhos de concordância, vírgulas… mas acredito que sempre soube me comunicar bem. Meus amigos me passam textos para revisar, alguns até me passaram seus TCCs. Haha! Eu olho os textos e vejo errinhos aqui e ali… textos dos outros, claro. Os meus, nem sempre enxergo. Vícios visuais, talvez. Cansaço, por estar muitas vezes debruçada sobre um mesmo assunto. Mas isso é bem interessante. Por que será que sempre conseguimos identificar os erros dos outros mas poucas vezes conseguimos perceber os nossos próprios? Em textos ou em ações equivocadas, deixamos muita coisa passar, escondida na falta de tempo, na preguiça, na angústia da reflexão deixada para o dia seguinte.

Chega esta época do ano e acabo ficando pensativa. Que bom! Preciso organizar mesmo, uma série de coisinhas para este 2012 que vai chegar daqui a pouco.

Beijinhos e vamos lá! Mais um dia lindo, com sol, desafios, alegrias e tristezas espera por nós. Acho que é isso que chamam de vida, né?

Hoje vou assim off, pois a Ana me ensinou a gastar pouco e ficar muito linda.

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Quem trabalha com moda, pensa em moda praticamente 100% do tempo: sei por experiência própria, pois ou estou projetando alguma estampa/pesquisando tendências/lendo sobre moda/escrevendo sobre moda/ comprando moda/reinventando moda ou estou apenas admirando moda.

No universo dos blogs especializados na área, venho observando que na verdade não existem muitos critérios para credenciar quem é bom no ramo ou quem apenas veste algum personagem. Existem também os que confundam o fazer moda com o comprar moda. Alguns looks do dia estão tão montados e exagerados que fica difícil reconhecer as pessoas por trás de tanta maquiagem de jabá. Não condeno os que recebam por fazer publicidade em seus blogs, que fique claro. Condeno as pessoas que se montam dos pés à cabeça com produtos oferecidos por marcas sem realmente gostar deles, aprová-los e testá-los com imparcialidade.

Talvez seja fácil hoje sobreviver da moda e com moda tendo lá seus 16 anos, um corpo magrelo e perfeito e nenhum discernimento. Mas e quais são as blogueiras que mostram looks possíveis e dão as caras para bater mostrando seus medos e dúvidas quanto ao que vestir e onde comprar? Pouquíssimas! Raríssimas! Mas existem. Em blogs ainda não muito conhecidos ou em blogs já bem conceituados, existem blogueiras que falam o que pensam e, amparadas na autenticidade, indicam caminhos para looks reais para mulheres possíveis.

Dentre estas poucas e boas, destaco a Ana, do Hoje Vou Assim Off. Ela é designer, sensível, verdadeira e blogueira de moda. Posta seus looks diários e troca ideias com os leitores, aceita opiniões e sugestões. A Ana mostra que sim, é possível transformar um guarda-roupa aparentemente sem graça em um baú repleto de possibilidades: com pouca grana e muita criatividade, Ana me mostrou que posso ser linda e fashion gastando pouco ou nada.

A ideia de criar o Hoje Vou Assim Off veio do blog de outra blogueira querida e estilosa: a Cris Guerra. Ana sempre gostou dos looks da Cris, porém não tinha um acervo de marcas como o dela. Então, veio a ideia de lançar a versão off price do blog da Cris.

O HVAOff não é apenas um blog de moda. É um blog sobre comportamento e troca de ideias e renovação das possibilidades. Para mim, passou de simples blog a leitura diária: eu me divirto, eu me permito e eu reflito moda por lá.

Portanto, Ana… Parabéns! Hoje vou assim off, pois tu me ensinou a gastar pouco e ficar muito linda.

Hoje e sempre Vou Assim Off: Uma pequena homenagem a uma blogueira que muito admiro.

Harry Potter e sua saga

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Harry Potter e a sua saga final: queria tanto assistir e assisti. E agora eu preciso escrever sobre isso, mesmo que meio rápido e com possíveis erros gramaticais, pois assisti no sábado e hoje já é terça… e quanto mais eu demorar para escrever, mais os detalhes estarão fugindo e dobrando a esquina do esquecimento, me deixando sem a sua riqueza e beleza das lembranças.

Sábado fui com namorado, cunhado e sogrinho assistir ao último filme da saga do bruxinho Harry Potter.

O filme é uma graça e segue o padrão de qualidade dos anteriores, com fotografia linda e enredo que se encaixa perfeitamente do início ao fim. Claro, ler é sempre mágico e muitas vezes, a versão para o cinema não consegue deixar transparecer toda a beleza das cenas imaginadas… talvez inclusive porque lendo, criamos nossas versões… e assistindo, temos que nos dar por contentes com a versão oferecida. Mas neste caso, foi diferente.

Passei o final da minha adolescência lendo as aventuras e torcendo pelo bruxinho que, tímido, foi ganhando força e coragem. Dos 15 para os meus 16 anos, li o primeiro livro, Harry Potter e a Pedra Filosofal. Li meio que sem querer, nas férias de final de ano. Encontrei o livro na estante do quarto da minha irmã, novinho e nunca tocado… ela havia comprado para alguma ficha de leitura da escola e como sempre adorei ler, não resisti: levei para o meu quarto e o devorei em 2 dias. Quando a Milena sentiu falta do livro, eu o devolvi já lido e perguntei se poderia ficar com ele. Ela me deu de presente meio a contragosto, hahaha.

Este primeiro livro combinava com a Martina da época: desengonçada e atrapalhada, meio sonhadora e chorona. Me identifiquei com o Harry e acordava com os cabelos iguais aos da Hermione, muitas vezes.

Tão pequetitos no primeiro filme!

Lembro que na manhã seguinte ao término do primeiro livro, fui correndo comprar o segundo Harry Potter e a Câmara Secreta. Minha mãe perguntou: “Martina, isso é para a aula?” E eu respondi: “Sim e não… mas vou precisar de  mais livros dessa série”. O Harry e suas trapalhadas na escola de magia me lembravam as minhas próprias… e a sua desatenção me lembrava a minha: “existem tantas coisas para ver e viver lá fora”, pensava  eu, trancada na sala de aula esperando ansiosa pelo recreio, com a cara enfiada nos livos e me perguntando se eu queria mesmo estar ali ou mesmo se podia estar me perguntando isso.

O cabelo de Hermione está menos rebelde no 2º filme.

Daí começou o ano letivo e comprei o terceiro livro só lá pela metade do ano. Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban me ajudou a perceber que a minha família não era assim, tão ruim… e que eu não devia ser tão briguenta. Refleti mais sobre os meus atos, sonhos, metas… aprendi a não esperar tanto por algo que ainda está por vir, consequentemente sofrendo bem menos.

 

Um pouco mais crescidos, no terceiro filme da saga.

 

Aos 17 anos li o quarto livro, Harry Potter e o Cálice de Fogo e fiquei possessa quando o menino com quem eu ficava na época me ligou bem no final do livro para falar coisas melosas. Não tive dúvidas: “Olha, acho que não dá mais… é… só amigos. Quero voltar a ler, ok? Não interessa que livro é, poxa… Mas que coisa! Errr… Tá… te ligo outra hora. Tenho palestra na escola e só depois te ligo. Tchau”. Voltei a ler e esqueci de ligar pro menino. Haha

No 4º filme, atuando de forma mais natural.

O primeiro filme eu já vi ao lado do Bruno, meu namorado na época e atual desde sempre… E fui eu que apresentei a história ao meu cunhado, que virou fã.

Já o Harry Potter e a Ordem da Fênix só fui ler anos mais tarde, quando resolvi desencanar um pouco da neura do vestibular e inclusive mudar de curso: desencanei da medicina e me preparei para tentar design em 2006, passando na Universidade Feevale e percebendo que existem mil formas de deixar a vida das pessoas melhor… e que levar cor e beleza, levar função com metodologia aplicada, entender o público-alvo e procurar tornar a vida das pessoas mais prazerosa era, com certeza, uma excelente profissão.

A trama vai adquirindo ares mais sombrios, indicando o crescimento dos personagens e do perigo que correm.

Harry Potter e o Enigma do Príncipe eu li já com meus 24 ou 25 anos, emprestado do cunhado. 2008… ano do meu primeiro estágio na área de design e ano que alavancou  a minha carreira como ilustradora freelancer. Fiz contatos importantes que mantenho até hoje, abracei projetos demais e aprendi a lidar com o tempo e com a realidade de forma mais leve e objetiva: não, eu não sou a Wonder Woman; sim, eu sou uma mortal que tem menos de 8h de sono por dia e que precisa focar o pouco que resta de seu tempo livre no que realmente vale a pena.

Compenetrados e unidos.

Harry Potter e as Relíquias da Morte eu não li. Sim… a série que permeou a minha adolescência e que me acompanhou ano após ano, foi esquecida no último volume. Até que eu assisti a parte I do filme e, neste último sábado, assisti a parte II. Ficou um vazio aqui… a incerteza se realmente compreendi o que esta saga significou para mim. No final, já não sei se a saga era do Harry e seus amigos ou da Martina confusa procurando se conhecer e entender. Cresci junto com o personagem e me sinto, sim, um pouco Grifinória.

 

Último filme da série e o fechamento de um ciclo.

 

Fica a certeza de que preciso retomar a leitura, iniciando no primeiro volume: afinal, os olhos da Martina de 27 anos estão diferentes dos da de 17, assim como sua interpretação. E será um prazer proporcionar este reencontro de ideias e sensações, de uma adolescência que correu tão bem e que deixou saudades sem deixar mágoas, trazendo a aceitação tão importante para a minha vida de adulta. Passaram-se 11 anos desde que li o primeiro livro! E namoro o Bruno já faz quase 10 anos. Nossa… como o tempo passou! E para onde ele foi? Não sei… não vi ele passar.

Adorei o filme. Adorei os livros. Não preciso nem dizer que me emocionei e chorei, né? Harry, Rony e Hermione estão adultos e lindos (e a Emma Watson receberá um post só dela, em breve… pois está linda!).

Recomendo o filme ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’ a todos que investiram dias e dias de leitura dos 15 aos 95 anos de idade, crescendo fisicamente e emocionalmente junto com o bruxinho mais famoso do cinema, aprendendo que somos capazes de fazer magia sempre e de qualquer lugar: não é preciso estar em Hogwarts para se sentir flutuando como uma pluma, nem em Hogsmeade para se sentir entre amigos… A Martina de hoje compreendeu que quando recebe um não de um cliente e leva numa boa; quando revida uma grosseria com um sorriso; quando consegue acordar às 5h da manhã para ir trabalhar depois de apenas 4h de sono; quando consegue administar seu tempo entre namorado, amigos, faculdade, TCC, trabalho e eventos simultâneos; quando consegue acordar 30 minutos antes da hora habitual e escolher um look legal para passar o dia fora de casa; quando consegue manter a dieta e recusar uma pizza; quando consegue escutar mais do que falar; quando consegue manter-se feliz mesmo com adversidades diárias constantes… a Martina de hoje percebe que está fazendo mágica do momento em que acorda até o momento que vai dormir. E isso a deixa feliz.

Louboutin: simplesmente o máximo.

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Se eu tivesse que destacar um estilista que realmente me chama a atenção no mundo maravilhoso dos calçados e bolsas, este seria com certeza o Louboutin.

Christian Louboutin é sinônimo de elegância e sofisticação. Suas criações são cheias de fetiche e ousadia. Marcados pelo singular sola vermelha – que alguns copiam mas enfim, sad sad sad… – seus calçados são os queridinhos de muitas famosas. Já aos 15 anos, conhecia a noite de Paris, frequentava as salas de teatro e música. O universo noturno e de forte apelo sensual sempre trouxeram grande inspiração para Christian. Primeiramente, o estilista criava sapatos para as dançarinas locais. Logo depois, chegou a trabalhar para grandes nomes do cenário fashion: Dior, Yves Saint Lorent e Chanel, por exemplo. Chegou a ser paisagista e até colcaborador da Vogue. Em 1990 criou sua marca, juntamente com dois amigos. A boutique inaugurou em grande estilo, começou a fazer sucesso e uma jornalista america ouviu rumores sobre ela: uma das mulheres que estava conversando sobre Louby? Nada mais, nada menos que a princesa Caroline de Mônaco. Após a publicação, nem preciso dizer que o negócio que era promissor, virou sucesso absoluto, né?

Os sapatos são adornados com jóias e materiais sofisticados; o design sexy e fetichista remete ao universo boêmio francês; as criações de Louboutin agradam a mulheres femininas, elegantes e vaidosas, e rykas.

Nicole Kidman, Kate Winslet, Kirsten Dunst, Gwyneth Paltrow e Cate Blanchett são algumas das atrizes que usam Louboutin. Madonna, Tina Turner, Gwen Stefani e as gêmeas Olsen são suas grandes fãs também. Fora as muchachas desconhecidas…

Suas coleções são o reflexo de suas viagens em busca por inspiração: fascinado pelo Oriente, Christian garimpa objetos de decoração que acabam fazendo parte do look de suas lojas. E é assim, com criações elaboradas no seu atelier em Paris e fabricadas na Itália que Christian conquista a todos com sua elegância e linhas precisas e preciosas.

A coleção inverno 2011 está ma-ra-vi-lho-sa. Mas fiz uma pequena seleção com artigos que me tocaram lá fundo no coração!

Adoro! E vocês?

Reverbcity – rock’roll’indie’fashion’yey!

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Hello! 🙂 Friozinho que virou friozão aqui no Rio Grande do Sul Tchê… e a Tina resolve escrever um pouco sobre a Reverbcity. Conforme próprio site da marca diz, a Reverbcity é ” A sua loja de rock, moda e estilo indie”.

E é muito, mas muito bacana. Existe um fórum onde os usuários podem conversar, trocar ideias e informações, sugerir estampas para as tees… além do blog, que tem sempre posts atualizados com curiosidades do mundo da moda e do universo rock/indie/übercool de ser  e vestir.

Conheci os moços sócios da marca em 2009: Gabriela Pegurier e Tony Strauss são determinados e empreendedores. As estampas estão sempre em conformidade  com o público-alvo e pesquisa de tendências; as coleções são sempre inovadoras e impactantes; as roupas são mostradas em vários ângulos nas fotos – o que faz com que tenhamos uma noção geral do caimento da peça!… e o melhor: sempre tem algo em promoção (corram e comprem! uhuhuh)!

Olha que lindas as fotos!

Os modelos vestem as peças com atitude, os produtos são cheios de charme e em preço justo, a galera do site é receptiva: a pessoa entra para fazer compritchas e sai com amigos dentro da sacola! hehe Brincadeiras a parte, é um lugar bem bacana para fazer amigos e conversar sobre moda e estilo no bom e velho rock’n roll. Ficadica!

 

As imagens representam os produtos de forma bem fiel a realidade. Não resisti e já adquiri a blusa de caveirinhas e a transparente, gente… mesmo que aqui no sul faça um frio danado, mal espero a hora de poder usar as aquisições. A blusa preta transparente eu usei no dia da minha banca do TCC e fiz sucesso. hehe

Então, já sabem: Reverbcity é parada obrigatória para todo mundo que curte ser indie no maior estilo.

Beijos da moicana!

As cópias e os padrões

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Moda é estilo, acima de tudo. Porém, trabalhando com estamparia e pesquisando moda mais de 12h por dia, vejo que o cenário da moda brasileira está distorcido em alguns aspectos. A inspiração livre e solta dá lugar a cópias descaradas de grifes famosas nacionais e internacionais. Isso é assunto batido, eu sei. Mas e daí? O que já foi feito de fato para reverter este quadro? Mudam cores, tamanhos e substratos de aplicação. O que não muda é a falta de ética. O que é preciso ‘é vender, a todo custo’. Direitos autorais estão lá longe, dobrando a esquina, fugindo das mentes ‘criadoras’ nacionais. Salvo exceções, obviamente, esta situação é comum e tida como ‘normal’, pela maioria. Copiam, copiam e copiam. Além de copiar, ainda insistem no deboche do jargão “materiais e produtos diferenciados”. Que diferença existe entre dois produtos praticamente iguais, oriundos do original Chanel, Prada, Burberry, Gucci? O legal da moda é a originalidade. Padrão, para mim, só é paixão quando reveste uma superfície têxtil com beleza. Padrão no sentido de uniforme de estilo, não está com nada. Até porque, em se tratando de moda, isso é uma incoerência sem tamanho.

Lilian Pacce e a autofagia blogueira

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Lilian Pacce esteve na Feevale durante o evento de moda Moda Insights, na quarta-feira da semana passada (11/05/2011). Este ano o evento abordou a temática Moda, Luxo e Lixo. Em bate papo sobre ecotendências, intermediado pela professora Marina Seibert Cezar, Lilian comentou um pouco sobre sua carreira e instigou os participantes a repensar posicionamentos. Concordei com alguns pontos, discordei em vários outros. Entretanto, respeito e admiro o trabalho dela.

Em seu post “Autofagia blogueira”, ( texto que pode ser conferido na íntegra aqui) Lilian comenta sobre algumas questões pertinentes ao universo dos blogs e é claro, blogueiras. O que faz uma menina de seus 16 anos achar que tem autoridade para falar sobre moda? E o que a impede de falar sobre moda? Existe algo que a impeça de dar sua opinião, de querer fazer um jabazinho e ganhar uma bolsa de marca ou uma viagem bacana? Eu, sinceramente, não vejo nada de outro mundo nisso… mas claro, sublinho o seguinte:

Queridas, não falem bem de uma marca apenas porque ela deu uma bolsa nova ou um batom neon. Meninas, sejam autênticas, sejam verdadeiras… expressem suas opiniões com base no que vocês realmente pensam, e não apenas no que o dono da marca x quer ouvir/ler. Blogs são mais que diários: blogs passam informações, servem de caminhos para muitas trocas de ideias. Looks do dia são demais, mas são muito mais demais ainda quando levam banhos de estilo de quem os posta. Se for fazer jabá, sejam honestas: sigam o exemplo das meninas do Glamour de Garagem (olha que bacana!) que super fofas, divulgam quando parte do look é jabá.

Lilian afirma: ser blogueiro não credencia ninguém a nada, afinal, qualquer um pode ser blogueiro e sair postando qualquer coisa. Mas a ética deve estar presente em cada um dos posts que publicamos. Devemos pensar sobre o que estamos escrevendo e se realmente temos consciência da possível repercussão do conteúdo dos posts que geramos e divulgamos.

Eu sou sempre a favor da liberdade de expressão. E ainda mais a favor da ética, do embasamento e da postura elegante aliadas a esta liberdade.

Lilian querida, clap clap para ti.

Lilian Pacce no Moda Insights 2011