No almoço de ontem.

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Almoçando ontem com dois colegas de trabalho, conversamos sobre redes sociais – twitter, facebook, orkut… – e um deles disse: “Falcão disse que não tem tempo para estas bobagens, e eu acho que ele tá certo!”; o outro disse “Tem que saber usar as ferramentas, não escrever besteira!” e eu disse: “É preciso ter classe, não escrever coisas das quais possamos nos arrepender”.

Não acho legal quando leio “Que vontade de bebê uma ceeeeevaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!” na minha wall do facebook, galera. Mas isso me fez pensar: o culpado por estes recadinhos não é quem escreve, já que cada um escreve o que bem quiser… o culpado por este recadinho aparecer na minha wall, sou eu… eu que permito isso. Ou melhor, permitia.

Fiz uma limpa nos contatos, retirando todos os colegas de trabalho de lá. Entro pouco no facebook, mais para responder recados ou passar alguma mensagem referente a um trabalho de faculdade, por exemplo. Mas penso que não interessa o que faço, com quem faço, como faço… aos meus colegas de trabalho e nem a ninguém. Vida profissional é vida profissional e vida pessoal é vida pessoal. Colegas de trabalho são uma coisa e amigos, outra. Em alguns raros casos, posso dizer que possuo conhecidos que se encaixam em ambas as definições, mas de modo geral, não é legal misturar as coisas.

As pessoas misturam os papéis. E apesar de eu morrer dizendo que eu sou responsável pelo digo não pelo o que os outros entendem, ficar quietinha, na minha, sempre foi e será a melhor opção: inclusive nos almoços de trabalho.

Novidade quentinha, saindo do forno!

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A correria é sempre uma constante, nunca vi coisa igual! O blog, pobrezinho, acaba ficando meio de lado.

Mas xurumelas a parte, vamos ao que interessa: trouxe uma super novidade para as apaixonadas por calçados e bolsas.

Tandandannn! A Jorge Bischoff agora tem loja virtual, minha gente! Não é o máximo? Eu sempre fiquei na torcida por esta novidade e agora, está aí!  Recebi este release do pessoal JB.

“Você já desejou ter em casa uma loja inteira da sua grife preferida? Pois esta é exatamente a proposta da Jorge Bischoff para suas fãs, com o lançamento de uma loja virtual. Agora, todo o estilo sofisticado da marca está a apenas um clique de distância – pondo fim àquela sensação frustrante de se apaixonar por um produto e não conseguir encontrá-lo na sua cidade!

Com a implantação de um moderno sistema de comércio eletrônico, a Jorge Bischoff estende sua área de abrangência, anulando distâncias e passando a estar virtualmente presente em todos os estados brasileiros. Na página, é possível localizar produtos através de busca, filtros ou pura e simples navegação. Todos são acompanhados de uma descrição, contendo suas principais características. Além disso, fotos de diferentes ângulos e um superzoom permitem visualizar as minúcias de cada produto”.

E o melhor, a forma de pagamento: as encomendas podem ser pagas através de boleto bancário (à vista, com desconto de 5% UAU) ou cartão de crédito (que permite parcelamento em até cinco prestações, dependendo do valor da compra).

A Loja Virtual Jorge Bischoff está disponível aqui, gente! Corram! 🙂

 

 

Entrevista bacana: Zellig

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Boa noite, queridos e queridas! Já faz algum tempo que quero escrever sobre as meninas por trás da marca Zellig – que por sinal está em promoção e vocês precisam passar no site! – que tanto me enche os olhos. Aqui é um espaço democrático, pois aprendi com a Ana que é possível estar na moda gastando pouco: e a Zellig entra aí justamente porque oferece design a preço justo.

Super queridas e atenciosas, toparam responder as perguntinhas feitas pela moicana que vos fala. Confiram aí um pouco desta dupla dinâmica!

Da esquerda para a direita: Adriana e Priscila

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1) Contem um pouco sobre cada uma de vocês: sua trajetória profissional, curiosidades de cada uma… para que possamos conhecer as faces por trás da criação Zellig.

Nos conhecemos em 1994, na faculdade de Desenho Industrial da Uerj (Esdi). Depois de formada, trabalhei por 12 anos com design editorial principalmente na área de artes plásticas. Enquanto isso, a Priscila fez faculdade de moda na Veiga de Almeida, mais tarde mestrado, e hoje é professora de moda no Senai-Cetiqt.

2) Como surgiu a ideia de lançar a Zellig?

Sempre tivemos interesses e gostos parecidos. Apesar de não ter cursado moda, acompanhei sua segunda faculdade de perto, até mesmo a ajudando em alguns trabalhos. Nossa afinidade “estética” fez com que a idéia de trabalhar juntas fosse natural, além de gerar aquele clássico problema das duas gostarem das mesmas coisas e às vezes acabar tendo roupas iguais! 🙂

Isso também gera uma curiosidade comum: quem não nos conhece acha que somos irmãs ou que somos um casal! O fato é que desde a época da faculdade tínhamos essa vontade de ter uma marca própria, sem abrir mão do design. O resultado é um trabalho com uma linguagem própria, fácil de reconhecer como sendo “Zellig”.

3) Quais os serviços que vocês oferecem além da criação dos produtos à venda na loja virtual?

Fazemos muita coisa! Praticamente tudo relacionado a design gráfico, como logos, livros, montagem de exposições e webdesign, além de desenho de estampas e desenvolvimento de produtos e brindes para empresas.

4) A união da moda com o design tem se fortalecido a cada dia. Como vocês enxergam o design e o fazer design?

Para nós, a união da moda com o design é muito natural. Nosso olhar de designer está em tudo que fazemos: nossos produtos e projetos são inicialmente conceitos que se traduzem em formas e funções. É por isso que o uso de materiais tão diversos como acrílico, tecido, vidro ou madeira resultam em um conjunto tão coeso. Quem vê percebe que há uma linha de pensamento unindo tudo, o que é bastante atraente.

5) Se não fossem designers, seriam o que?
Adriana: Essa pergunta é bem difícil! Eu provavelmente faria medicina como meus pais, mas acho que não seria tão realizada.
Priscila: seria arquiteta.

6) Qual sugestão vocês dariam a alguém que está pensando em montar uma marca própria?

Sinceramente, acho que ainda estamos na fase de receber conselhos em vez de dá-los! rsrs Mas enfim, o que aprendemos nesses 4 anos foi: goste MUITO do que faz, pois você vai ter que se dedicar bastante. Não confunda persistência com teimosia: as coisas serão difíceis no começo (e esse começo pode durar anos), mas aja com sabedoria para mudar o que não está funcionando. Fique sempre atento e de olhos abertos ao que está a sua volta: cercar-se das pessoas certas e saber reconhecer o momento certo de agir é muito importante!!

***

Estas meninas são muito queridas, gente! E eu já fiz meu pequeno rancho de lindezas. Tirei fotinhos e assim que eu organizar o look da semana aqui no blog, posto os looks inventados!

Os produtos são doces e ao mesmo tempo modernos, traduzindo o desejo de toda mulher: ser linda com um toque de ousadia delicada. Os brincos, colares e pulseiras são tudo de bom.

As bolsinhas são femininas e as estampas são um capricho!

Selecionei alguns produtos que já moram inside my heart. Olha que lindos (imagens retiradas do site Zellig):

Amou? Gamou? Corre lá e dá uma olhada no tanto de coisas lindas que estas moças criam!

Meninas Zellig: sucesso e criatividade sempre! O bom gosto agradece, e nossos looks também!

Um big beijo!

Hoje vou assim off, pois a Ana me ensinou a gastar pouco e ficar muito linda.

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Quem trabalha com moda, pensa em moda praticamente 100% do tempo: sei por experiência própria, pois ou estou projetando alguma estampa/pesquisando tendências/lendo sobre moda/escrevendo sobre moda/ comprando moda/reinventando moda ou estou apenas admirando moda.

No universo dos blogs especializados na área, venho observando que na verdade não existem muitos critérios para credenciar quem é bom no ramo ou quem apenas veste algum personagem. Existem também os que confundam o fazer moda com o comprar moda. Alguns looks do dia estão tão montados e exagerados que fica difícil reconhecer as pessoas por trás de tanta maquiagem de jabá. Não condeno os que recebam por fazer publicidade em seus blogs, que fique claro. Condeno as pessoas que se montam dos pés à cabeça com produtos oferecidos por marcas sem realmente gostar deles, aprová-los e testá-los com imparcialidade.

Talvez seja fácil hoje sobreviver da moda e com moda tendo lá seus 16 anos, um corpo magrelo e perfeito e nenhum discernimento. Mas e quais são as blogueiras que mostram looks possíveis e dão as caras para bater mostrando seus medos e dúvidas quanto ao que vestir e onde comprar? Pouquíssimas! Raríssimas! Mas existem. Em blogs ainda não muito conhecidos ou em blogs já bem conceituados, existem blogueiras que falam o que pensam e, amparadas na autenticidade, indicam caminhos para looks reais para mulheres possíveis.

Dentre estas poucas e boas, destaco a Ana, do Hoje Vou Assim Off. Ela é designer, sensível, verdadeira e blogueira de moda. Posta seus looks diários e troca ideias com os leitores, aceita opiniões e sugestões. A Ana mostra que sim, é possível transformar um guarda-roupa aparentemente sem graça em um baú repleto de possibilidades: com pouca grana e muita criatividade, Ana me mostrou que posso ser linda e fashion gastando pouco ou nada.

A ideia de criar o Hoje Vou Assim Off veio do blog de outra blogueira querida e estilosa: a Cris Guerra. Ana sempre gostou dos looks da Cris, porém não tinha um acervo de marcas como o dela. Então, veio a ideia de lançar a versão off price do blog da Cris.

O HVAOff não é apenas um blog de moda. É um blog sobre comportamento e troca de ideias e renovação das possibilidades. Para mim, passou de simples blog a leitura diária: eu me divirto, eu me permito e eu reflito moda por lá.

Portanto, Ana… Parabéns! Hoje vou assim off, pois tu me ensinou a gastar pouco e ficar muito linda.

Hoje e sempre Vou Assim Off: Uma pequena homenagem a uma blogueira que muito admiro.

Harry Potter e sua saga

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Harry Potter e a sua saga final: queria tanto assistir e assisti. E agora eu preciso escrever sobre isso, mesmo que meio rápido e com possíveis erros gramaticais, pois assisti no sábado e hoje já é terça… e quanto mais eu demorar para escrever, mais os detalhes estarão fugindo e dobrando a esquina do esquecimento, me deixando sem a sua riqueza e beleza das lembranças.

Sábado fui com namorado, cunhado e sogrinho assistir ao último filme da saga do bruxinho Harry Potter.

O filme é uma graça e segue o padrão de qualidade dos anteriores, com fotografia linda e enredo que se encaixa perfeitamente do início ao fim. Claro, ler é sempre mágico e muitas vezes, a versão para o cinema não consegue deixar transparecer toda a beleza das cenas imaginadas… talvez inclusive porque lendo, criamos nossas versões… e assistindo, temos que nos dar por contentes com a versão oferecida. Mas neste caso, foi diferente.

Passei o final da minha adolescência lendo as aventuras e torcendo pelo bruxinho que, tímido, foi ganhando força e coragem. Dos 15 para os meus 16 anos, li o primeiro livro, Harry Potter e a Pedra Filosofal. Li meio que sem querer, nas férias de final de ano. Encontrei o livro na estante do quarto da minha irmã, novinho e nunca tocado… ela havia comprado para alguma ficha de leitura da escola e como sempre adorei ler, não resisti: levei para o meu quarto e o devorei em 2 dias. Quando a Milena sentiu falta do livro, eu o devolvi já lido e perguntei se poderia ficar com ele. Ela me deu de presente meio a contragosto, hahaha.

Este primeiro livro combinava com a Martina da época: desengonçada e atrapalhada, meio sonhadora e chorona. Me identifiquei com o Harry e acordava com os cabelos iguais aos da Hermione, muitas vezes.

Tão pequetitos no primeiro filme!

Lembro que na manhã seguinte ao término do primeiro livro, fui correndo comprar o segundo Harry Potter e a Câmara Secreta. Minha mãe perguntou: “Martina, isso é para a aula?” E eu respondi: “Sim e não… mas vou precisar de  mais livros dessa série”. O Harry e suas trapalhadas na escola de magia me lembravam as minhas próprias… e a sua desatenção me lembrava a minha: “existem tantas coisas para ver e viver lá fora”, pensava  eu, trancada na sala de aula esperando ansiosa pelo recreio, com a cara enfiada nos livos e me perguntando se eu queria mesmo estar ali ou mesmo se podia estar me perguntando isso.

O cabelo de Hermione está menos rebelde no 2º filme.

Daí começou o ano letivo e comprei o terceiro livro só lá pela metade do ano. Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban me ajudou a perceber que a minha família não era assim, tão ruim… e que eu não devia ser tão briguenta. Refleti mais sobre os meus atos, sonhos, metas… aprendi a não esperar tanto por algo que ainda está por vir, consequentemente sofrendo bem menos.

 

Um pouco mais crescidos, no terceiro filme da saga.

 

Aos 17 anos li o quarto livro, Harry Potter e o Cálice de Fogo e fiquei possessa quando o menino com quem eu ficava na época me ligou bem no final do livro para falar coisas melosas. Não tive dúvidas: “Olha, acho que não dá mais… é… só amigos. Quero voltar a ler, ok? Não interessa que livro é, poxa… Mas que coisa! Errr… Tá… te ligo outra hora. Tenho palestra na escola e só depois te ligo. Tchau”. Voltei a ler e esqueci de ligar pro menino. Haha

No 4º filme, atuando de forma mais natural.

O primeiro filme eu já vi ao lado do Bruno, meu namorado na época e atual desde sempre… E fui eu que apresentei a história ao meu cunhado, que virou fã.

Já o Harry Potter e a Ordem da Fênix só fui ler anos mais tarde, quando resolvi desencanar um pouco da neura do vestibular e inclusive mudar de curso: desencanei da medicina e me preparei para tentar design em 2006, passando na Universidade Feevale e percebendo que existem mil formas de deixar a vida das pessoas melhor… e que levar cor e beleza, levar função com metodologia aplicada, entender o público-alvo e procurar tornar a vida das pessoas mais prazerosa era, com certeza, uma excelente profissão.

A trama vai adquirindo ares mais sombrios, indicando o crescimento dos personagens e do perigo que correm.

Harry Potter e o Enigma do Príncipe eu li já com meus 24 ou 25 anos, emprestado do cunhado. 2008… ano do meu primeiro estágio na área de design e ano que alavancou  a minha carreira como ilustradora freelancer. Fiz contatos importantes que mantenho até hoje, abracei projetos demais e aprendi a lidar com o tempo e com a realidade de forma mais leve e objetiva: não, eu não sou a Wonder Woman; sim, eu sou uma mortal que tem menos de 8h de sono por dia e que precisa focar o pouco que resta de seu tempo livre no que realmente vale a pena.

Compenetrados e unidos.

Harry Potter e as Relíquias da Morte eu não li. Sim… a série que permeou a minha adolescência e que me acompanhou ano após ano, foi esquecida no último volume. Até que eu assisti a parte I do filme e, neste último sábado, assisti a parte II. Ficou um vazio aqui… a incerteza se realmente compreendi o que esta saga significou para mim. No final, já não sei se a saga era do Harry e seus amigos ou da Martina confusa procurando se conhecer e entender. Cresci junto com o personagem e me sinto, sim, um pouco Grifinória.

 

Último filme da série e o fechamento de um ciclo.

 

Fica a certeza de que preciso retomar a leitura, iniciando no primeiro volume: afinal, os olhos da Martina de 27 anos estão diferentes dos da de 17, assim como sua interpretação. E será um prazer proporcionar este reencontro de ideias e sensações, de uma adolescência que correu tão bem e que deixou saudades sem deixar mágoas, trazendo a aceitação tão importante para a minha vida de adulta. Passaram-se 11 anos desde que li o primeiro livro! E namoro o Bruno já faz quase 10 anos. Nossa… como o tempo passou! E para onde ele foi? Não sei… não vi ele passar.

Adorei o filme. Adorei os livros. Não preciso nem dizer que me emocionei e chorei, né? Harry, Rony e Hermione estão adultos e lindos (e a Emma Watson receberá um post só dela, em breve… pois está linda!).

Recomendo o filme ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’ a todos que investiram dias e dias de leitura dos 15 aos 95 anos de idade, crescendo fisicamente e emocionalmente junto com o bruxinho mais famoso do cinema, aprendendo que somos capazes de fazer magia sempre e de qualquer lugar: não é preciso estar em Hogwarts para se sentir flutuando como uma pluma, nem em Hogsmeade para se sentir entre amigos… A Martina de hoje compreendeu que quando recebe um não de um cliente e leva numa boa; quando revida uma grosseria com um sorriso; quando consegue acordar às 5h da manhã para ir trabalhar depois de apenas 4h de sono; quando consegue administar seu tempo entre namorado, amigos, faculdade, TCC, trabalho e eventos simultâneos; quando consegue acordar 30 minutos antes da hora habitual e escolher um look legal para passar o dia fora de casa; quando consegue manter a dieta e recusar uma pizza; quando consegue escutar mais do que falar; quando consegue manter-se feliz mesmo com adversidades diárias constantes… a Martina de hoje percebe que está fazendo mágica do momento em que acorda até o momento que vai dormir. E isso a deixa feliz.

Vou de trança e de trança eu vou!

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Não é novidade que sempre amei tranças. E agora que  elas estão em alta, mais do que nunca é a hora de trançar a cabeleira!

As meninas do Glamour de Garagem postaram recentemente sobre a atriz Giovanna Ewbank e me chamou a atenção  como ela usa o cabelo trançado de forma linda e autêntica.

As tranças nunca deixaram de ser moda, na verdade. A questão é que elas adquiriram um teor mais despojado, passando de penteado formal a penteado casual , dependendo da produção geral e da ocasião.

Olha que coisa linda os penteados que a Giovanna usa! (imagens do blog Glamour de Garagem)

Bagunçadas, cabelo meio preso e meio solto, mais certinhas: não importa o formato... o que vale é trançar a cabeleira!

E as tranças estão fazendo a cabeça de muitas, gente. Olha só!

Tranças para que te quero!

Minhas apostas em looks casuais que usei para ir trabalhar 🙂

Românticas e bagunçadinhas; tradicionais e laterais; em coques: minhas apostas para usar tranças em looks casuais.

E aí: qual ideia trançada tu escolhe?

Vencedores do sorteio da Tina!

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Hello, gente amiga! 😉
Como prometido, eis que fiz o sorteio dos buttons! Demorei e peço perdão… acabei até prorrogando o prazo de participação até hoje a noite… é a correria diária, é a minha tontice em não saber usar o Sorteie.me hahaha! Mas acabei achando um outro site e fazendo o sorteio por lá mesmo.

Abaixo, printscreens das telas do sorteio!

12 queridos participaram do sorteio, dando RT na frase "Quero ganhar os buttons que a @martinaviegas fez e que estão à venda na @intervencao!"

Usei o site sorteiospt.com para a realização do sorteio. Super simples e acessível.
12 participantes, numerados de 1 a 12 pelos nicks do twitter que retuitaram a frase “Quero ganhar os buttons que a @martinaviegas fez e que estão à venda na @intervencao!” estavam concorrendo!

E eis os vencedores!

Tandan!

Parabéns, gente!

Vencedores!

9- @msjubas
10- @tassiolive
11- @_JulianaFirme

Peço que os vencedores me enviem os endereços por email, para martina.viegas@gmail.com! Os vencedores receberão os buttons e mais um mimo surpresa! Estarei enviando as premiações dentro de até no máximo 1 semana!

Obrigada a todos que participaram! Em breve, mais novidades no blog!

Um big beijo e boa semana!